Perguntei a um padre desconfiado
Reiterei a dúvida à madre superior
Refiz a questão ao realejo da pracinha
Nenhuma resposta foi direfente
Elevei a busca ao grande astro
Indaguei mesmo a mais profunda dor
Rejeitei duas piadas e uma gracinha
E de um idiota fui responsavel por realocar um dente
Mas consegui
Com a busca sei que cheguei lá
E agora é a espera resignada por ti
Meu coração nem mesmo a lua vai arrematar
Ficarei rodando, aqui e alí
Esperando, amora, nossa hora chegar
Menas
terça-feira, 19 de maio de 2009
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Ps. Aproveitando a deixa pra dizer que esse soneto é do caralho, rasgo a seda também pra o Blog, como um todo. Meu favorito, com certeza!
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